modelos de aparelhos auditivos

Resistência ao uso do Aparelho Auditivo

Muitos fatores levam o deficiente auditivo a evitar ou retardar ao máximo o uso da prótese auditiva devido a preocupação com a estética e com o preço.
No caso da estética, a grande maioria das pessoas, acham que os Aparelhos Auditivos são grandes e muito visíveis como antigamente. Com o avanço da tecnologia, os aparelhos auditivos estão cada vez menores e mais eficientes, sendo que alguns modelos ficam praticamente invisíveis.
Com relação ao preço, hoje em dia os aparelhos auditivos estão mais resistentes, podendo durar por mais tempo, e com recursos que cada vez mais satisfazem o usuário nas suas necessidades diárias. Com isso, o valor investido na aquisição do aparelho auditivo, se for levado em conta o tempo (anos) de benefício que a pessoa terá com a prótese auditiva, tem uma relação custo X benefício bastante vantajosa para o usuário. Também deve-se levar em consideração a facilidade nas formas de pagamento.



Modelos e tecnologia de aparelhos auditivos

Existem muitos tipos de próteses auditivas com diversos recursos e tecnologias.
Levando em consideração o tamanho, os menores aparelhos auditivos são os micro canais (CIC) que ficam totalmente inseridas dentro do conduto auditivo. Um pouco maior que o CIC, temos o modelo intra canal (ITC) que ocupa o conduto auditivo e uma pequena parte da concha do ouvido. A diferença do modelo ITC para o CIC é que o ITC tem uma potência maior.

 

Também temos mais um modelo de aparelho interno que se chama intra auricular (ITE). Esse modelo de AASI preenche o conduto e toda concha auditiva, sendo bastante potente e equivalente ao modelo retro auricular (BTE) que fica atrás do ouvido e possuem um molde que fica inserido dentro do ouvido e conduz o som do aparelho externo ao ouvido.

 

Atualmente existe um novo modelo de aparelho auditivo, um mini BTE, que fica atrás do ouvido e possui um fio que conduz o som até um pequeno receptor que fica totalmente inserido dentro do canal auditivo. Apesar de ser externo, esse modelo de aparelho auditivo é muito discreto e dependendo da anatomia do ouvido fica mais discreto que o próprio CIC.

 

Apesar desses diversos modelos, existe um que deve ser específico para o seu tipo de perda e essa escolha é feita pela Fonoaudióloga de acordo com o resultado da audiometria e com as necessidades do paciente.
Os aparelhos auditivos também variam muito de tecnologia. Existem os analógicos se são basicamente amplificadores de som e os digitais que além de amplificar o som, também o filtra e o trata de acordo com as necessidades do deficiente auditivo.
A tecnologia e os recursos necessários para cada tipo de perda auditiva e para cada paciente é definida após a avaliação auditiva da Fonoaudióloga e uma conversa com o paciente para que o aparelho auditivo possa ter o melhor resultado possível.



Avaliação Auditiva ou Audiometria

A avaliação auditiva, ou audiometria, consiste na medição da menor intensidade de um ruído sonoro que o paciente é capaz de escutar. Essa menor intensidade tem o nome de limiar auditivo e é medido em diversas frequências.
Esses limiares também são medidos com estímulos de fala. Com isso, obtemos os resultados do quanto o paciente esta ouvindo e como ele esta entendendo o que ele esta ouvindo.
Com a audiometria podemos definir a presença ou não da perda auditiva, o grau da perda, o tipo da perda e como esta não só o nível de audição, mas também de compressão do paciente. Todos esses dados são essências para a escolha do modelo de aparelho auditivo.